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Belém do Pará – Carolina (Chapada das Mesas) Terça feira Acordei super cedo, mas não consegui sair da cama. Estava realmente muito cansado. Acho que é cansaço acumulado somado às deficiências causadas pela diarréia. Levantei só as 6:30. Fui tirar a moto do estacionamento, ao lado do hotel, voltei e fui feliz da vida comer meus pães com salame, mel e queijo que eu tinha comprado quando cheguei e não podia comer por causa do intestino. Fiz um belo dum sanduiche e mandei ver, junto com dois copões de Nescau. Eita coisa boa poder comer de novo sem preocupação. Se aquele “X” de ontem não fez mal, tá tudo bem. Barriga cheia, voltei ao quarto e comecei a arrumar minhas coisas e a carregar na moto. Quando desço do quarto dou de cara com minha amiga Belga, a incomunicável. Tentei conversar algo com ela, mas foi difícil. Só que deu para sentir um clima de “que pena, já vai embora? Ela quase chorou de desespero. ... É brincadeira né, mas bem que podia ser verdade se rolasse uma comunica...

Belém

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Última noite em Belém Ontem à noite sai para dar uma volta por Belém com o Ivan Jr.. Fomos à um distrito de Belém na margem do rio com vários bares na orla. Lugar bem movimentado para uma segunda feira. Sentamos no que parecia mais agitado e ali ficamos conversando e é claro tomamos uma caipirinha. Eu vinha de um dia de ressaca intestinal, mas como já me sentia bem desde o início da tarde, e até já tinha arriscado um sorvetinho no fim da tarde e não sentia mais nada de diferente, resolvi matar quem estava me matando: a fome. Pedi logo um cheese Burger de filé com ovo. Devorei todinho sem dó. Lá pelas 23:30 ou mais, bateu uma soneira dos diabos e eu queria sair bem cedo no outro dia, então fomos embora. No caminho, me despedi do Ivan, pois ele morava no caminho de volta e era bem longinho e como eu já sabia, e era fácil voltar ao hostel, ele seguiu direto para casa e eu para o centro da cidade.
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Bom pessoal, a noite no quarto com as francesas não rolou. Sabe aquele momento do post anterior, quando escrevi fui? Pois é fui mesmo, mas não foi pra cama não, foi pro banheiro e a coisa arrochou, ou melhor liquidificou. Foi um horror. Sorte que ja era tarde da noite. Ninguem por perto. Dai pensei: Putz, desse jeito como vou dormir na cama de cima do beliche com uma morena francesa linda em baixo. e se a coisa desanda durante a noite? Fiquei ressabiado e dei uma enrrolada na sala de TV e dito e feito. Não passou meia hora e começou tudo denovo. Lá fui eu. Agora sim, desisto do quarto baratinho e vou ter que pagar um pouquinho mais e ficar num sózinho. Só entrei lá para pegar minha toalha e as coisas de banho e fui dormir no outro quarto. É a maldição da Amazonia me perseguindo. Até que consegui dormir mais ou menos, mas na madruga começou denovo. E agora era só água mesmo. Quando eu era bem novo, acampava em Bombinhas SC e numa dessas férias o pai de uns amigos nossos, Dr. Ênio, teve...