Dia 8 Ruinas de Quilmes e Cafayate
Dia 8 – Ruinas de Quilmes e Cafayate
Minha ideia hoje era
sair de Santa Maria e tocar até Cachi, ±
300 km, no entanto, como já sai meio tarde e ainda com o tempo investido nas ruínas
de Quilmes, algo que eu não fazia parte do plano, mas foi sensacional, e ainda,
a grata surpresa com Cafayate, resolvi ficar por aqui.
Quando
fiz a minha última viagem de moto, pelo centro oeste e norte do Brasil, sai com
um roteiro pré definido e segui a risca o máximo possível para poder cumprir o
planejado. Com esse tipo de planejamento, as vezes se deixa de conhecer outras
coisas pelo caminho por falta de tempo. Desta vez fiz um roteiro bem arrojado,
se falando de extensão, mas não coloquei nenhuma meta de quilometragem diária a
cumprir. A ideia é fazer tudo, mas se aparecerem coisas bacanas pelo caminho
que mereçam ser vistas, vou vê-las e dane-se a programação. Quilmes foi uma
destas novidades. Foi sensacional. Não é nenhuma Machu Picho, mas é muito
legal. Se passar ali tem que ir conferir.
Outra grande surpresa foi Cafayate e seus atrativos. Já me alojei por aqui e vou esticar ainda mais um dia pois amanhã faço outros dois passeios por aqui e pelo que vi nas fotos dos catálogos também são maravilhosos.
Outra grande surpresa foi Cafayate e seus atrativos. Já me alojei por aqui e vou esticar ainda mais um dia pois amanhã faço outros dois passeios por aqui e pelo que vi nas fotos dos catálogos também são maravilhosos.
O
dia hoje foi maravilhoso como aliás tem sido todos.
Depois de sair do complexo da ruínas de Quilmes e retomar a RN40, comecei a perceber que o dia estava bem mais feio do que os outros e, no entanto eu nem tinha me dado conta disso, as paisagens estavam feias em função de uma névoa que sempre tem por aqui, mas hoje estava muito mais intensa impedindo a vista das montanhas ao longe. Isso me fez perceber o quanto de belezas e paisagens naturais eu já tinha visto em apenas uma semana. É simplesmente estonteante. Teve um dia que viajei mais de 600km e no fim do dia a sensação era que tinha rodado uns 50km, te tão bonitas que eram as paisagens e prazeroso o caminho. Confesso que, quando comecei a rever, na mente, o que já tinha visto em apenas uma semana e imaginando tudo que ainda veria nas próximas semanas, eu, que choro até em comercial de TV, me emocionei ali dentro do capacete e deixei correr um fiozinho de lágrima pelo canto do olho, mas só um fiozinho viu. Kkkkkk. Se a moda pega, quando chegar lá na região da patagônia, vou ter que carregar um balde na moto com um dreno no capacete. kkkkkkk
Depois de sair do complexo da ruínas de Quilmes e retomar a RN40, comecei a perceber que o dia estava bem mais feio do que os outros e, no entanto eu nem tinha me dado conta disso, as paisagens estavam feias em função de uma névoa que sempre tem por aqui, mas hoje estava muito mais intensa impedindo a vista das montanhas ao longe. Isso me fez perceber o quanto de belezas e paisagens naturais eu já tinha visto em apenas uma semana. É simplesmente estonteante. Teve um dia que viajei mais de 600km e no fim do dia a sensação era que tinha rodado uns 50km, te tão bonitas que eram as paisagens e prazeroso o caminho. Confesso que, quando comecei a rever, na mente, o que já tinha visto em apenas uma semana e imaginando tudo que ainda veria nas próximas semanas, eu, que choro até em comercial de TV, me emocionei ali dentro do capacete e deixei correr um fiozinho de lágrima pelo canto do olho, mas só um fiozinho viu. Kkkkkk. Se a moda pega, quando chegar lá na região da patagônia, vou ter que carregar um balde na moto com um dreno no capacete. kkkkkkk
Uma
coisa é certa, essa não vai ser a única vez que venho por essas bandas. Te
prepara ai Victória, tua vez vai chegar. Já estou planejando as próximas.
A
região de Cafayate é uma grande produtora de vinhos, o vinho principal da
região é um branco, o Torrontés, já fiz uma degustação hoje na Bodega (vinícola)aqui
ao lado do hostel, e posso dizer do alto da minha ignorância sobre vinhos, que
esse é fantástico.
Esta
vinícola que visitei, “Bodega Nanni”, é a mais antiga da região, a única que
ainda é gerida pela família fundadora a mais de 120 anos e também a única que
produz vinhos orgânicos, ou seja, sem uso de química na lavoura e 90% menos de
estabilizantes químicos no vinho. É bem pequena, sua produção são 14mil litros
ano e 80% fica no mercado local e os outros 20% vão para o Brasil. A
especialidade desta Bodega é o Tannat, a pesar de a região ser tradicional no Torronés.
Buenas
gente, a vontade é de ficar aqui contando como foi cada minuto do dia com seus
mínimos detalhes, mas isso seria maçante demais. Então...

É isso aí, mano "véio". Este negócio de roteiros engessados, muitas vezes, devemos quebrá-los. Se a coisa tá legal porque não curtir, com um certo descompromisso. A região que visitas, sem dúvida, é uma maravilha. Se tu ficares por estas bandas uma semana é pouco...Como frisou vai revisitar. E isto também é bom...A que se ver no verão o que se viu no inverno...Siga nomás, despacito, para poder, realmente, apreciar este mundo lindo barbaridade. Abração vivente!
ResponderExcluirDa-lhe Chicão....tamo junto na tua garupa
ResponderExcluirMuito show Chico!!!
ResponderExcluirÉ muito legal acompanhar suas viagens... Gostei muito do “fiozinho de lagrima”
É assim mesmo... Também já aconteceu comigo!!!
Aproveite cada km percorrido, estarei aqui lendo e curtindo suas fotos...
Abração
Lovatel